Sobre o Guião #3

Ecos do Simpósio

Sentido de pertença à comunidade


“Ver o acolhimento como uma atitude e não como um serviço”. De acordo com os cristãos que participaram no Simpósio sobre o Guião #3 que decorreu no Estoril, as paróquias têm de prestar “muita atenção” à forma como é feito “tanto o acolhimento individual como o acolhimento em grupo”. Os participantes lembraram os testemunhos de cristãos que, por mudarem de residência, mudaram também de paróquia e que “nem sempre são bem aceites”, nem as paróquias “mostram abertura”. “É necessário vermos que nem todos somos iguais, as famílias são diferentes umas das outras, e as comunidades cristãs têm a responsabilidade de mostrar que os sacramentos na Igreja devem ser respeitados”, referiu uma leiga, sendo secundada por uma cristã que destacou a necessidade de “ajudar a integrar quem chega”. O padre Nuno Amador, que coordenou este encontro no Estoril, recordou, a este propósito, as duas palavras que D. Manuel Clemente deixou aquando da sua entrada solene como Patriarca de Lisboa, em 2013: “acolhimento e missão”. “São dois grandes desafios que ainda hoje se mantêm, nesta caminhada sinodal que a diocese está a fazer”, observou, concretizando: “Podemos pensar: ‘As nossas comunidades cristãs são acolhedoras?’, mas também devemos questionar: ‘Eu sou acolhedor?’”.


O Simpósio sobre o Guião #3, com o tema ‘O anúncio do Evangelho’, foi organizado pelo Instituto Diocesano da Formação Cristã (IDFC), do Patriarcado de Lisboa, e decorreu na manhã do passado sábado, em simultâneo, em quatro locais da diocese: Estoril (salão nobre da igreja paroquial), Lisboa (igreja do Coração de Jesus), Torres Vedras (centro pastoral) e Caldas da Rainha (auditório da igreja paroquial).


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